O clássico ao excesso: a jornada de um porta-joias
Moda

O clássico ao excesso: a jornada de um porta-joias

Aos 15 anos, eu acreditava que já sabia tudo sobre joias. Era fiel ao clássico: um coração cravejado, brincos estilo pizza, anéis discretos. Misturar tons de ouro não era sequer uma opção. Na verdade, eu nem tinha tantos lugares para frequentar, então precisava de peças versáteis, que combinassem sem esforço.

Aos 20, a faculdade de moda mudou meu olhar. Descobri o prazer de misturar estilos e materiais. O ouro rosé se tornou meu vício e, nesse período, tive acesso à minha primeira joia assinada. Foi também quando mergulhei no universo do secondhand.

Aos 25, praticamente agora, sinto que me transformei ou talvez apenas tenha compreendido melhor quem realmente sou. Amo os excessos, experimento sem medo, mas também reconheço que nem tudo faz mais sentido para mim. Comprei, vendi, redescobri. 

Aprendi, nesse processo, que uma joia sempre encontra um novo momento e um novo lar.

O início de um porta-joias infinito pode estar na Orit — um espaço onde cada peça carrega não apenas valor, mas histórias em movimento.

Beijo e tchau!

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