Relógios de segunda mão: um guia para você comprar a peça do seu sonho
Clipping

EXAME: Relógios de segunda mão: um guia para você comprar a peça do seu sonho

Após três anos de queda, os preços de relógios usados voltam a subir no mercado internacional. Por aqui, confira nossa lista de indicações de lojas e sites de vendas

Já era hora. As vendas de relógios de segunda mão registraram crescimento de valor pela primeira vez em mais de três anos, em boa parte devido ao aumento de preços de Patek Philippe e Rolex após as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre importação.

O resultado está no mais recente relatório do Morgan Stanley com o WatchCharts. Os preços subiram em média 1,5% neste terceiro trimestre de 2025, em relação ao mesmo período anterior.

Esse mercado oscilou bastante nesses últimos cinco anos. No início da pandemia, a curva de crescimento acompanhou o aumento de vendas de peças novas nas butiques. Segundo o estudo Swiss Watch Industry Insights da Deloitte, o pico aconteceu em março de 2022.

Depois, houve uma queda de 16,4% ao longo de dois anos, até os preços se estabilizarem em 2024, mas ainda em um nível acima em relação a 2020. Este ano, em geral, os preços têm se mantido estáveis, com exceção de um ou outro modelo de maior procura de marcas como Rolex ou Cartier.

O que acontece no Brasil

Não existe nenhum estudo semelhante com relação ao Brasil. Por aqui, o mercado secundário de relógios é bem menos profissionalizado do que em países europeus ou nos Estados Unidos. Mas cada vez mais têm surgido novos revendedores, que trabalham com maior transparência, novos aficionados, novos colecionadores.

Faz sentido pensar em mercado secundário para relógios, peças feitas para durar muitas décadas. Hoje, as redes sociais ajudam, e muito, na exposição e nas negociações dos produtos. Muitos dos revendedores contam com alguns milhares de seguidores e uma comunidade bastante fiel. Em muitos casos as conversas migram para grupos fechados no WhatsApp, onde as vendas acontecem. Outros ainda preferem manter a boa e velha loja física.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *