O mercado de relojoaria de segunda mão costuma ser bastante informal. A maior parte dos revendedores trabalha de forma online, pelo Instagram ou grupos de WhatsApp. A rede de joalheria paulistana Orit encontrou um posicionamento diferente: a venda de relógios e joias usados com experiência de butique.
O atendimento acontece nas lojas físicas, com o cliente sentado, em salas privativas. Especialistas explicam cada detalhe técnico das peças com transparência sobre estado, procedência e conservação. A proposta é ocupar um espaço único, aproximando o universo do second hand padrão do varejo de luxo tradicional.
Esse modelo ajudou a empresa familiar, fundada há mais de 65 anos, a acelerar a profissionalização e a expansão recente. “Nosso objetivo é formalizar um mercado que, apesar do tamanho global bilionário, ainda funciona de maneira muito regionalizada e pouco padronizada no Brasil”, diz a CEO Claudia Krieger. Segundo estimativas da consultoria LuxeConsult, o mercado de relógios de segunda mão movimenta cerca de Us$ 25 bilhões por ano.
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(Foto: Reprodução – Leandro Fonseca/Exame)




